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quinta-feira, 25 de março de 2010

"É Zé, estaremos aqui..."

Matéria produzida por alunos da Faculdade Anhembi Morumbi de Jornalismo.
(Comentário final de Felipe Lima)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Os anos passados em Porto Alegre

Compositor foi colaborador de Zero Hora


Zé Rodrix morou em Porto Alegre – tocando, ensinando música e inclusive escrevendo para Zero Hora. Foi em 1969, quando ele e um grupo de amigos formaram o Grupo Revolucionário de Arte Livre (Gral) e também a banda de rock Primeira Manifestação da Peste.

Em entrevistas, Rodrix disse que, na época, veio “ser hippie no Rio Grande do Sul”. O músico Mutuca, que fez amizade com a turma, lembra:– Ele e a turma dele trabalharam no Rio até final dos anos 1960. Com a repressão, muita gente foi para a Europa. Eles vieram para cá.

Rodrix, com a Primeira Manifestação da Peste, participou do 2º Festival Universitário da MPB, realizado na Faculdade de Arquitetura da UFRGS em julho de 1969, defendendo a canção Copacabana me Engana. Na final, Rodrix tocou teclados com a banda de Mutuca, o Succo, da qual viria a se tornar integrante em seguida.

– Eu tive que sair da banda logo depois, e ele acabou entrando.

Eles fizeram um espetáculo multimídia no Teatro Leopoldina, tinha música, texto e projeções, bem no espírito da época – conta Mutuca.Rodrix também lecionou música no Educandário Cecília Meireles, na Cidade Baixa, e colaborou como jornalista de Zero Hora, escrevendo crônicas para a edição dominical do jornal, no caderno que viria a dar origem ao Segundo Caderno.

Zero Hora nº 15978 - Dia 23 de maio http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2519384.xml&template=3898.dwt&edition=12378§ion=999

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Biografia ( em constante atualização)

Filho único de um mestre-de-banda, estudou no Conservatório Brasileiro de Música e na Escola Nacional de Música, onde aprendeu, além de teoria musical, harmonia e contraponto, piano, acordeom, flauta, saxofone e trompete. Iniciou sua trajetória artística no Colégio de Aplicação do Rio de Janeiro, onde estudou por 9 anos, cujo grupo de teatro foi membro fundador e no qual começou a exercer as funções de ator, diretor, cenógrafo e compositor de trilhas sonoras. Em 1964, entrou para o curso de teatro de Maria Clara Machado, o Tablado, onde participou de montagens das peças "O cavalinho azul" e "Arlequim servidor de dois patrões".

Em 1966, com o conjunto Momento 4uatro, se apresentou no III Festival de Música Brasileira da TV Record em 1967, acompanhando Marília Medalha, Edu Lobo e o Quarteto Novo com "Ponteio". No início dos anos 70 foi integrante do Som Imaginário, e continuou atuando como compositor. "Casa no Campo", composição sua e de Tavito, ganhou o festival de Juiz de Fora em 1971 e foi gravada com grande sucesso por Elis Regina. Atuou também ao lado de Sá e Guarabyra, no trio que lançou o segmento rock rural. Integrou também o grupo pré-punk Joelho de Porco. Foi ainda criador de vários musicais brasileiros ( Blue Jeans, Band Aid, Não Fuja da Raia, entre outros) e criador de trilhas cinematográficas, entre as quais, com seu parceiro desde os tempos escolares Miguel Paiva, "O Gatão de Meia Idade".
Teve outras ocupações além da música: foi jornalista, professor e cozinheiro e escritor, tendo iniciado com o livro "Diário de um Construtor do Templo" em 1999, a “TRILOGIA DO TEMPO “. Com poucos LPs solo gravados, foi dono do estúdio A Voz do Brasil, produzindo jingles e músicas comerciais, muitos premiados.